19/03/2013

Assinatura contrato BNDES - INSTITUTO VOTORANTIM E AMURV


E com alegria que informo que foi assinado o contrato para construção da Agroindústria comunitária no Pa Rio Vermelho em Niquelândia -Go na Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV)  e Instituto Votorantim e BNDES. A realização deste resultado e graças ao trabalho do s consultores do Instituto Votorantim  projeto SEBRAE-GO E INCRA-GO e o grupo de produtoras rurais e parceiros locais do Município.

Em Niquelândia, 80% dos produtos vegetais da alimentação básica que circulam no mercado local provêm de centrais de abastecimento de Goiânia e de Anápolis. A produção do município e de seu entorno praticamente não é comercializada internamente por não atender aos requisitos de qualidade e regularidade. O projeto Agroindústria Comunitária, pretende mudar este cenário por meio do estímulo ao associativismo e empreendedorismo das participantes da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV). A proposta se centra na estruturação de uma agroindústria coletiva, para fornecimento de vegetais (cenoura, repolho, milho, jiló, tomate) e produtos beneficiados (polpa de frutas, geleias, conservas) ao mercado local e regional.
O valor do PROJETO é de R$ 446.125,08 ( Quatrocentos e quarenta e seis mil, cento e vinte e cinco reais e oito centavos).

1ª Parcela – o valor total de R$ 160.530,76 (Cento e sessenta mil, quinhentos e trinta reais e setenta e seis centavos), em março/2013R$ 140.530,76 (Cento e quarenta mil, quinhentos e trinta reais e setenta e seis centavos). O segundo aporte da primeira parcela será efetivo em abril/2013, no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).
2ª Parcela – a ser efetivada em junho/2013R$ 33.178,53 (trinta e três mil, cento e setenta e oito reais e cinqüenta e três centavos.
 3ª Parcela – a ser efetivada em setembro/2013R$ 6.089,21 (seis mil, oitenta e nove reais e vinte e um centavos.
 4ª Parcela – a ser efetivada em dezembro/2013R$ 55.075,11 (cinqüenta e cinco mil, setenta e cinco reais e onze centavos.
5ª Parcela – a ser efetivada em março/2014R$ 148.979,81 (cento e quarenta e oito mil, novecentos e setenta e nove reais e oitenta e um centavos.
6ª Parcela – a ser efetivada em junho/2014R$ 34.719,28 (trinta e quatro mil, setecentos e dezenove reais e vinte e oito centavos.)
7ª Parcela – a ser efetivada em setembro/2014R$ 4.457,31 ( quatro mil, quatrocentos e cinqüenta e sete reais e trinta e um centavos.

Agradecimento especial consultor do ao sr. Marcelo Oleskovicz.
ADR Lívia Tonello dos S. Pelá.

Assinatura contrato BNDES - INSTITUTO VOTORANTIM E AMURV


E com alegria que informo que foi assinado o contrato para construção da Agroindústria comunitária no Pa Rio Vermelho em Niquelândia -Go na Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV)  e Instituto Votorantim e BNDES. A realização deste resultado e graças ao trabalho do s consultores do Instituto Votorantim  projeto SEBRAE-GO E INCRA-GO e o grupo de produtoras rurais e parceiros locais do Município.

Em Niquelândia, 80% dos produtos vegetais da alimentação básica que circulam no mercado local provêm de centrais de abastecimento de Goiânia e de Anápolis. A produção do município e de seu entorno praticamente não é comercializada internamente por não atender aos requisitos de qualidade e regularidade. O projeto Agroindústria Comunitária, pretende mudar este cenário por meio do estímulo ao associativismo e empreendedorismo das participantes da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV). A proposta se centra na estruturação de uma agroindústria coletiva, para fornecimento de vegetais (cenoura, repolho, milho, jiló, tomate) e produtos beneficiados (polpa de frutas, geleias, conservas) ao mercado local e regional.
O valor do PROJETO é de R$ 446.125,08 ( Quatrocentos e quarenta e seis mil, cento e vinte e cinco reais e oito centavos).

1ª Parcela – o valor total de R$ 160.530,76 (Cento e sessenta mil, quinhentos e trinta reais e setenta e seis centavos), em março/2013R$ 140.530,76 (Cento e quarenta mil, quinhentos e trinta reais e setenta e seis centavos). O segundo aporte da primeira parcela será efetivo em abril/2013, no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).
2ª Parcela – a ser efetivada em junho/2013R$ 33.178,53 (trinta e três mil, cento e setenta e oito reais e cinqüenta e três centavos.
 3ª Parcela – a ser efetivada em setembro/2013R$ 6.089,21 (seis mil, oitenta e nove reais e vinte e um centavos.
 4ª Parcela – a ser efetivada em dezembro/2013R$ 55.075,11 (cinqüenta e cinco mil, setenta e cinco reais e onze centavos.
5ª Parcela – a ser efetivada em março/2014R$ 148.979,81 (cento e quarenta e oito mil, novecentos e setenta e nove reais e oitenta e um centavos.
6ª Parcela – a ser efetivada em junho/2014R$ 34.719,28 (trinta e quatro mil, setecentos e dezenove reais e vinte e oito centavos.)
7ª Parcela – a ser efetivada em setembro/2014R$ 4.457,31 ( quatro mil, quatrocentos e cinqüenta e sete reais e trinta e um centavos.

Agradecimento especial consultor do ao sr. Marcelo Oleskovicz.
ADR Lívia Tonello dos S. Pelá.

19/01/2013


Agroindústria projeta sonhos de sócias do campo

Entidade de mulheres de assentamento promove trabalho e renda para garantir a permanência da família na zona rural
Matéria:José Antônio Cardoso, de Niquelândia (GO)


Os caminhos que levam ao Projeto de Assentamento Rio Vermelho, no município de Niquelândia (GO) – a 280 km de Goiânia -, levantam poeira que esconde o horizonte no tempo seco. A temperatura quase sempre escaldante combina com a vegetação de Cerrado ‘bruto’. A cidade mais próxima, Niquelândia, fica a 45 km. Na principal estrada de acesso, a GO-080, pontes anunciam água abundante, afluentes do Rio Maranhão, que corta o território.

Porteiras e mata-burros sinalizam que muitas famílias estão na labuta, produzindo sonhos, sem precisar sair do campo para viver. Somente no Assentamento Rio Vermelho, 59 famílias permanecem em pequenas áreas rurais, fazendo o sustento da produção. Os 53 hectares do Sítio Castelo de Sonhos provam isso. A terra em que vive o casal Adail Gonçalves Reis, de 55 anos, e Florisbela Rodrigues de Brito, 54, abriga diversidade agrícola que gera renda para a família.

O sítio tem gado leiteiro, granja suína, frangos, horta, frutos (bananal possui 140 pés) e muitas ‘obras da natureza’: baru, mangaba, pequi, cajuzinho, buriti... Fonte de progresso para as vidas de Adail e sua Flor (assim é conhecida Florisbela), a parcela rural cedida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) serve de fomento para a história empreendedora, construída por mulheres ao Norte de Goiás.

Flor integra a Associação das Mulheres do Rio Vermelho (Amurv), criada há três anos, que, atualmente, envolve 32 associadas. Especialista na fabricação de doces caseiros, ela vendia a produção rural na Feira do Produtor de Niquelândia, mas parou, por problema na coluna. Encontrou na Amurv apoio para continuar acreditando que pode mais na roça. “Agora, a entidade vai nos ajudar a comercializar o que produzimos”, explica.

E Flor, que é sócia da Amurv faz um mês, parece ter trazido sorte, pois a Associação acaba de ser escolhida pelo Programa ReDes para receber R$ 584 mil na implantação de uma agroindústria, que vai funcionar em prédio próprio da entidade, próximo às parcelas rurais.

O recurso vem da parceria Instituto Votorantim e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que criou o programa para projetos de geração de trabalho e renda para o fomento de cadeias produtivas e qualificação profissional no Brasil. A verba será liberada durante cinco anos, quando a Amurv vai investir na produção, capacitação e abertura de mercado.

Produção reforçada
O empreendimento deve dar condições para a Amurv triplicar a produção de doces, por exemplo. A presidente da Associação, Diana Maria Rodrigues Gebrin, 40, destaca que as trabalhadoras já fabricam doces de leite e banana, vendidos para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), consumidos em escolas, creches, abrigos e presídio. “Produzimos aproximadamente 1,5 mil quilos de doces por mês”, conta.

Como a unidade processadora vai trabalhar somente com alimentos de origem vegetal, Diana projeta aproveitar hortaliças, frutos e matéria-prima do Cerrado. A agroindústria será montada em galpão construído com o esforço das associadas e doadores de Niquelândia, quando R$ 22 mil foram investidos. O prédio fica no terreno da antiga sede da Fazenda Rio Vermelho, que deu origem ao assentamento. O espaço de 200 metros quadrados vai disponibilizar equipamentos para processar os alimentos, facilitando o trabalho das mulheres, que ainda é todo manual.

Para Diana, o projeto vai ajudar a Amurv a conquistar mercado 90% maior, um desafio que a presidente considera ter tudo a ver com o trabalho desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás).

Segundo o gestor de projetos da Regional Noroeste do Sebrae Goiás, Renato Gonzaga Jayme, a aposta é tão grande no sucesso da Amurv que Lívia Pelá Corrêa, Agente de Desenvolvimento Rural (ADR) da entidade, foi quem fez a inscrição da Associação no Programa ReDes e acompanhou o processo classificatório, que envolveu 118 projetos em todo o país. “O Sebrae Goiás vai acompanhar também a execução do projeto, ajudando nas ações que podem garantir os resultados propostos”, explica Renato.

Lívia, que é zootecnista, presta assessoria técnica às associadas por meio de parceria entre o Incra e Sebrae Goiás. “O Sebrae promove capacitação, conhecimento e acesso ao mercado para a Amurv, inclusive financeiro, acerca de financiamentos, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Crédito Apoio Mulher”, conta Lívia.
Maria do Carmo retira bananas do sítio para fabricar doces da AmurvFoto:Edmar Wellington  
Aproveitar diversidade
Responsável pela coordenação de ações do convênio Incra/Sebrae na região Norte, o consultor do Sebrae Goiás, Carlos Maia, explica que o aproveitamento de tudo o que a terra dá é um dos pilares para o projeto da agroindústria. “O extrativismo de frutos é uma das fontes de renda para as associadas”, observa. O comércio do baru pode ser rentável, pois 100 gramas da castanha chegam a ser vendidas no varejo por até R$ 15.
O consultor avalia que a agroindústria vai incentivar a produção rural também nos assentamentos vizinhos - Salto para o Futuro, José Marti, Aranha e Julião Ribeiro, inclusive fortalecer o associativismo. “Cerca de 110 famílias agricultoras terão referencial para que seus produtos tenham o processamento adequado, embalagem certificada e ganhem o mercado”, explica Maia.

Produtora do Sítio Boa Esperança, no Assentamento Rio Vermelho, Creonice Pereira da Silva, de 56 anos, ainda não integra a Amurv, mas está pronta para fornecer produtos para a agroindústria, especialmente verduras e folhagens. Ela cuida da Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais), em unidade recebida por meio do convênio Incra/Sebrae há dois anos. “O que produzimos na horta serve à Associação, compondo nossas vendas na feira livre em Niquelândia”, estima.

Outra assentada do Incra, Maria do Carmo de Sena Lopes, 34, também tem produção diversificada nos sete hectares do Sítio Dois Irmãos. Destaques para o cultivo de 300 pés de pimenta malagueta e plantações de banana, acerola e mandioca. Associada da Amurv faz um ano, ela disse que “a comunidade (Associação) só me traz benefícios” e carrega na bolsa a carteirinha funcional da própria instituição. “O que garante descontos no comércio de Niquelândia”, lembra.

Segundo a presidente Diana, a Amurv deve promover cidadania e qualidade de vida às famílias, além da inserção ao trabalho e renda. Um projeto ambiental será implantado, prevendo a recuperação de áreas degradadas no Assentamento Rio Vermelho. “Teremos um viveiro de mudas em parceria com a Escola Municipal Santa Cecília, que fica próxima à antiga sede”, conta.

Colecionando prêmios
A escolha da Amurv para receber benefícios de programas que incentivam a geração de trabalho e renda no campo parece ser natural na comunidade. A entidade obteve reconhecimento do Instituto Consulado da Mulher - ação social da marca brasileira Consul -, por meio do Programa Usinas do Trabalho. As trabalhadoras ganharam eletrodomésticos para montar cozinha própria para a fabricação de doces e quitandas na sede da Amurv.

O prêmio estimado em R$ 12 mil levou para a Associação dois freezers, duas geladeiras, dois aparelhos micro-ondas e dois fogões. O apoio do Consulado da Mulher mudou o sistema produtivo na Amurv, antes sem padronização, pois não havia cozinha coletiva. Os eletrodomésticos ainda promoveram melhores condições de armazenamento e produção, o que ajudou a sociedade de Niquelândia, principalmente, enxergar o trabalho das associadas como realmente profissional.
FONTE: http://www.go.agenciasebrae.com.br/noticias/agronegocio/?indice=10
Acessado em 19-01-13.

23/08/2012

ASSOCIAÇÃO DAS MULHERES DE NIQUELÂNDIA ATENDIDAS PELO CONVÊNIO SEBRAE-INCRA IRÁ RECEBER MAIS DE MEIO MILHÃO DE REAIS PARA CONSTRUÇÃO DE AGROINDÚSTRIA



Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV) em Niquelândia-Go irá receber mais de meio milhão de reais do Programa ReDes formado pela parceria do Instituto Votorantim e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, todo esse resultado foi possível graças ao empenho da equipe de consultores da regional Goianésia - Go, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE GOIÁS) em parceria com Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) através do convênio SEBRAE-INCRA.  
A agente de desenvolvimento rural (ADR) Lívia Pelá Corrêa, fez a inscrição da AMURV no programa ReDes e acompanhou todas as fazes classificatórias; hoje estamos na   faze do projeto,  haverá a implementação do projeto com foco em geração de trabalho e renda, conforme proposta selecionada. Paralelamente ocorrera o monitoramento da execução que ao longo de todo o processo, os projetos em execução serão acompanhados e avaliados pela empresa do Grupo Votorantim presente na região, com o objetivo de garantir os resultados propostos.
A agroindústria tem por objetivo geração de trabalho e renda, por meio do fomento de cadeias produtivas e qualificação profissional, a construção da unidade de beneficiamento de vegetais minimamente processados;  ira promover o acesso as 40 mulheres associadas a implementação de mecanismos de formalização, qualificação de seus processos de gestão e comercialização e participação na gestão social. A agroindústria, proporcionar renda para 110 famílias do Assentamento Rio Vermelho e vizinhos (Salto para o Futuro, Jose Marti, Aranha e Julião Ribeiro), pois a matéria prima alem de ser fornecida pela comunidade é comprada de comunidades vizinhas no município de Niquelândia – Goiás.

Agradecimentos
A Diana Maria Rodrigues (Presidente da AMURV), a todas as mulheres da região do Rio Vermelho em Niquelândia-Go.
Aos profissionais do projeto SEBRAE-INCRA (Ismael Almeida e Carlos Maia; Renato Jaime, Sandra de Paula Rodrigues, Henriqueta Rolim, Roosevelt Ribeiro).
Ao grupo do ReDes através do James Allen e Fausto Amadigi.

Informaçoes:
http://www.programaredes.org.br/
 

20/08/2012

AMURV sendo um exemplo de captação de recursos na matéria:

 Economista aponta caminhos para financiamento externo

 (http://www.go.agenciasebrae.com.br/noticia/18734475/politicas-publicas/economista-aponta-caminhos-para-financiamento-externo/)

Expert na captação de recursos externos para investimento público, o economista Ricardo Falcão, durante palestra em Goiânia (GO), afirmou que instituições internacionais dispõem de cerda de US$ 500 milhões (R$ 1 bilhão) por ano para financiar projetos. O dinheiro é destinado, especialmente, a países em desenvolvimento ou emergentes, como é o caso do Brasil.
"Um dos setores que podem ser beneficiados é o da micro e pequena empresa, na geração de emprego e renda, por meio de políticas públicas executadas pelos executivos municipais", explicou Falcão, que participou do Seminário de Elaboração e Avaliação de Projetos e sua Captação de Recursos, no último dia 7 de agosto, na Federação das Indústrias de Goiás (Fieg).
O economista lembra que já trabalhou em instituição dos Estados Unidos que coloca à disposição de parceiros milhões de dólares (a fundo perdido) para financiamento. Mas, em 20 anos dedicados ao gerenciamento, elaboração, avaliação de projetos e captação de recursos, lamenta não ter liberado dinheiro para prefeituras no Brasil. “Alguns projetos são insuficientes para aprovação”, explica Falcão.
Nesse sentido, a palestra do especialista ensina que um projeto para captação de recursos deve estar mais próximo de um plano de negócios do que de uma tese de mestrado. “E, como vivemos em um mundo visual, no primeiro momento, a embalagem é mais importante, mas depois é o conteúdo que se sobressai”, explica.
Outro critério fundamental para a aceitação de um projeto, segundo Falcão, é que o mesmo não gere dependência. “Atualmente, os projetos assistencialistas são rejeitados por qualquer financiador sério, tanto que tem se dado preferência a projetos de geração de renda. Estes permitem que os beneficiários comprem o que precisam com dignidade, pois não necessitam depender da caridade de ninguém”, adverte.
Durante o seminário, Falcão apresentou lista com os maiores financiadores mundiais, entre os setores público, privado e social. “Conheço aproximadamente 100 entidades que podem ser parceiras de projetos brasileiros”, anuncia.

Ambiente favorável

Em Goiás, não faltam exemplos de ações que se utilizam de práticas de governos para o desenvolvimento local, pois, dos 246 municípios do Estado, 158 já implantaram a sua Lei Geral Municipal. “A lei é responsável por criar um ambienta favorável ao progresso da MPE, a maior geradora de emprego no País”, destaca Manoel Xavier Ferreira Filho, superintendente do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás).
Manoel participou do Seminário de Elaboração e Avaliação de Projetos e sua Captação de Recursos, no qual Falcão proferiu palestra sobre o tema, em Goiânia (GO). O superintendente observou que a entidade deve levar informação e conhecimento aos agentes públicos e empreendedores que facilitem a construção de projetos, os quais se referiu Falcão.
No setor da agricultura familiar, por exemplo, onde o Sebrae Goiás atua por meio do Programa de Desenvolvimento Rural, a instituição já destravou negociações envolvendo o produtor e comprador.
No caso dos assentados do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o Sebrae Goiás ajudou, com assessoria técnica, a Associação de Mulheres do Rio Vermelho (Amurv), no município de Niquelândia (GO), a receber apoio do Instituto Consulado da Mulher, ação social da marca brasileira Consul. As 22 mulheres associadas receberam da entidade equipamentos ao custo de R$ 12 mil para montar cozinha industrial para a fabricação de doces. 

Atenciosamente.                                     
    Lívia Pelá Corrêa
Especialista e Meio Ambiente de Desenvolvimento Sustentável
                                                                                        Graduada em Zootecnia
                                                                                Blog: http://agriculturafamiliarparamulheres.blogspot.com
                                                                                        E-mail: liviapela@gmail.com
                                                                                           
"Antes de imprimir este e-mail pense bem se é necessário fazê-lo".

26/07/2012

Estamos na rede na Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás) e na Agência Sebrae de Notícias Nacional.

 Parabéns a AMURV pelos esforços; estou feliz de ver nosso trabalho na mídia. Sou a Agente de Desenvolvimento Rural responsável pelo grupo me coloco a disposição para replicação de nosso trabalho.
Atenciosamente
Lívia Pelá Corrêa

Apoio melhora produção e renda no campo

Mulheres que vivem em assentamento do Incra em Goiás investem na produção coletiva para manter famílias na terra e ganham apoio de instituto

Unidas pela Associação das Mulheres do Rio Vermelho (Amurv), 22 mulheres trilham o caminho do progresso ao Norte de Goiás, no município de Niquelândia (a 300 km de Goiânia). Vivendo no Assentamento Rio Vermelho, em projeto do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), elas fundaram a Amurv há três anos, quando decidiram fazer da terra lugar de futuro para desenvolver a vida. Apostaram na produção coletiva para garantir sustento, mantendo famílias inteiras no campo.
Por meio de assessoria técnica do Convênio Incra e Sebrae Goiás, as produtoras investiram habilidades e esforços na fabricação de doces e quitandas, cultivo de grãos, mandioca, pimenta malagueta, feitio de farinha e polvilho e criação de frango caipira. A produção em parcelas rurais do Incra serve a Alimentação Escolar da Rede Municipal de Ensino de Niquelândia e feiras livres do município. Trabalho que ganha reconhecimento junto à comunidade local e fora às fronteiras goianas.
A valorização pode ser vista em ação social da marca brasileira Consul, quando a Amurv recebeu eletrodomésticos para montar cozinha própria para a fabricação de doces e quitandas. A doação veio por conta do Instituto Consulado da Mulher, por meio do Programa Usinas do Trabalho, com dois freezers, duas geladeiras, dois aparelhos micro-ondas e dois fogões. O que mudou para melhor o sistema produtivo na associação, segundo Diana Maria Rodrigues Gebrim, 39, sua presidente: “Estamos padronizando a fabricação”.
Colheita da lavoura coletiva de milho
Diana destaca que os equipamentos (estimados em R$ 12 mil) promoveram ainda melhores condições de armazenamento na Amurv. Os próprios consumidores passaram a ver o trabalho das associadas como realmente profissional, e não apenas passatempo de donas casas no campo. O resultado é a crescente venda dos alimentos produzidos na associação, que já possuem logomarca desenvolvida e todos os testes padrões de qualidade. “O convênio Incra/Sebrae Goiás nos ajuda muito nisso”, observa a presidente.
O Consulado da Mulher também auxilia a Amurv, desde o ano passado, com sua Metodologia de Assessoria a Empreendimentos Populares, que orienta para a gestão e desenvolvimento do projeto. O que significa promover capacitações e qualificações na área de gestão, produção, comercialização, sustentabilidade e segurança do trabalho para o fortalecimento do grupo.
Para Leda Böger, diretora executiva do Consulado da Mulher, “ao assessorar a Amurv, o instituto estimula o desenvolvimento sustentável, evitando o êxodo rural das jovens da comunidade, que, sem oportunidades de geração de renda, buscam alternativas na área urbana, onde poderiam acabar em subempregos e sem carteira assinada”.

Galpão
A doação do Consulado da Mulher para a Amurv é mais uma das conquistas das trabalhadoras do Assentamento Rio Vermelho, que ainda recebem o apoio de empreendedores de Niquelândia na construção do galpão onde vai funcionar a sede da associação. Segundo Diana, o prédio será erguido em terreno de cerca de quatro mil metros quadrados: “Ao todo, ganhamos aproximadamente R$ 10 mil em doações de empresas do município”, lembra.
A obra do galpão deve impulsionar ainda o cultivo de lavouras, gerando renda extra para as associadas. Como exemplo disso, a presidente da Amurv explica que as famílias beneficiadas ficam quase dois anos sem comprar o produto no mercado. Osvaldira Costa, 53, garantiu 16 sacas de arroz da safra 2011. “Fazemos festas, bingos e leilões para custear as lavouras”, explica Osvaldira. A plantação de arroz, por exemplo, que alocou R$ 7 mil, teve R$ 5 mil de investimento de dinheiro vindo de festa da associação.
Diana observa que a Amurv projeta aproveitar todas as oportunidades que o campo dá para a promoção do aumento da renda familiar. Inclusive as frutas da floresta de Cerrado - nativas nas parcelas, devem ser transformadas em polpas para sucos. “Devemos estimular todo o trabalho na terra, diversificar a produção, assim podemos tentar manter nossos filhos no campo”, estima a presidente.
Serviço:
Associação das Mulheres do Rio Vermelho (Amurv)
Agência Sebrae Niquelândia: (62) 3354-1924
Agência Sebrae de Notícias (ASN Goiás): (62) 3250-2268
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
Oficina de Comunicação: (62) 3225-4899

 ASN Goiás.
ASN Nacional.
http://www.agenciasebrae.com.br/noticia/16022172/ultimas-noticias/apoio-melhora-producao-e-renda-de-mulheres-em-niquelandia/

28/06/2012

AMURV, a favor da vida, do meio ambiente e da sustentabilidade

PA RIO VERMELHO (PROPRIEDADE DE KEILA)
A Associação das mulheres do Rio Vermelho (AMURV) em Niquelândia-GO, esta participando do projeto ambiental da empresa Votorantim Metais acompanhado pelo técnico Dênis Procópio. Nossa associação está colaborando com projeto em parceria com a ADR: Lívia Pelá Corrêa do convênio SEBRAE-INCRA/GO. Está sendo feito o levantamento ambiental na propriedade das 30 sócias; e os requisitos ambientais serão pontuados de acordo com as regras do programa a associação melhor pontuada, ou seja, que mais preserva o meio ambiente no município será  premiada com um TRATOR
  
A sociedade esta conhecendo a cada dia o papel estratégico da agricultura familiar no combate à fome e à miséria, sua contribuição fundamental para garantir a soberania alimentar do país, e promover a implantação de um novo modelo desenvolvimento, pautado pela sustentabilidade, hoje os agricultores são em torno de 11 milhões de pessoas, trazemos o debate para esclarecer aqueles que desconhecem, a diferença crucial entre o atual modelo de produção desenvolvido pelo agronegócio e a produção familiar.
PA RIO VERMELHO NASCENTE CERCADA

Responsável por 70% da produção de alimentos do país, a agricultura familiar busca empregar cada vez mais práticas agroecológicas de produção, com a criação de quintais agroflorestais, produtos orgânicos, etc.
PA RIO VERMELHO RIO MARANHÃO





A agricultura familiar é alicerçada em princípios que estabelecem uma relação harmoniosa do homem com o meio ambiente, para que ele possa retirar o sustento da terra sem que para isso, tenha que acabar com os recursos naturais. 

A sustentabilidade que essa forma de produzir promove é o que irá garantir a continuidade das próximas gerações. Incentivar e fortalecer a agricultura familiar trará o desenvolvimento construído na base da responsabilidade social, ambiental e econômica.