10/01/2016

Parabéns a toda equipe pela organização e sucesso absoluto do evento confraternização COOPAFANA - Goiás!!!



Que vocês da Coopafana Santa Izabel continuem nos proporcionando excelentes resultados para os anos vindouros. E que a parceria com Projeto Mais Gestão no Campo via SEBRAE-GO e MDA possa fortalecer ainda mais esta caminhada.
Vale um destaque especial para a diretoria pela atuação espetacular !!
Enfim tudo maravilhoso !!! 
Tenham certeza que será mais um momento inesquecível que ficara para sempre em minha memória !!!!
Agora rumo a 2016!!!
Grande abraço e Sucesso."

Cooperativismo na agricultura familiar

A agricultura familiar tem contado, cada vez mais, com a criação de cooperativas para ampliar seu mercado de comercialização garantindo, assim, renda para um número maior de famílias. O coordenador de Diversificação Econômica e Apoio à Comercialização, Agroindústria e Cooperativismo do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Jurandi Gugel, explica as ações do ministério que impulsionam esse sistema econômico na agricultura familiar e reforma agrária.
Por que é importante apoiar o cooperativismo?
O grande demarcador das nossas ações de apoio à agricultura familiar e suas diversas manifestações, dentro de um conjunto de políticas de desenvolvimento rural, é o cooperativismo. Ele é uma das nossas estratégias de fortalecimento econômico da agricultura familiar e reforma agrária. A logística, ganho de escala, acesso ao mercado, volume da produção ofertada para as redes de consumidores, supermercados ou mesmo as compras governamentais são facilitadas pelo cooperativismo e associativismo. Entendemos que a forma de fazer com que a agricultura familiar se fortaleça economicamente e se coloque perante a sociedade brasileira é por meio do cooperativismo e do associativismo, em função de que essas organizações, desses milhões de agricultores e agricultoras, são a melhor forma de acesso ao conjunto de políticas públicas seja crédito, assistência técnica, habitação rural e também mercado, que é a consolidação do esforço de trabalho canalizado via produção.
Que ações o MDA têm para incentivar o cooperativismo?
No dia 22 de junho, no lançamento do Plano Safra 2015/2016, foi assinada a portaria 204 que criou o Programa Nacional do Fortalecimento do Cooperativismo e Associativismo Solidário da Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Cooperaf). Ele traz um conjunto de ações e diretrizes de estratégias de apoio ao cooperativismo e associativismo. Temos dentro dessas ações o Programa Mais Gestão, que é uma assessoria técnica prestada a empreendimentos coletivos que tenham a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) Jurídica, para que eles acessem um serviço que vai desde orientação à formação e capacitação de pessoas. Ele ajuda no processo de gestão dessas organizações, ajuda no gerenciamento, na administração, no planejamento. Todos esses serviços são feitos por esse programa. Sendo assim, o Cooperaf é um conjunto de ações de apoio ao cooperativismo e associativismo e o Mais Gestão vem com o foco para melhorar administração, gerenciamento e gestão interna desses empreendimentos.
Como as cooperativas e associações podem participar do Mais Gestão?
Neste momento temos publicado no site do MDA um edital de adesão das cooperativas e associação ao programa Mais Gestão. Em 2016, deveremos atender mil organizações. Atualmente, o Mais Gestão atende 450 Cooperativas. Então, as organizações interessadas em participar têm até o dia 20 de janeiro de 2016 para se inscreverem e pleitearem essa possibilidade de ter esse serviço do ministério. O Mais Gestão vai prestar assistência técnica a cada um desses empreendimentos selecionados para preparar os dirigentes das cooperativas para que eles saibam como acessar o conjunto de políticas públicas, não só do MDA, como de todo o governo.
Como funciona a assistência técnica prestada no Mais Gestão?
Para esse edital teremos, em parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul, uma capacitação, que é um conjunto de 40 horas de conteúdos e metodologias para esses gerentes, de forma que todos os componentes da administração de cada uma dessas cooperativas e associações e também dos conselhos fiscais delas possam compreender toda a filosofia do que é o cooperativismo, das questões legais e formais necessárias na vida interna da organização econômica cooperativa e também, especialmente, a relação desse dirigente com o quadro social que são os agricultores e agricultoras familiares que compõem a cooperativa. Dessa forma, teremos conselhos de administração e fiscal bem preparados para cumprir seu papel como dirigente dessas organizações e, assim, potencializar a utilização da assessoria propiciada pelo Mais Gestão, dentre outras políticas do Governo Federal.

Tássia Navarro
Ascom/MDA 
- See more at: http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/cooperativismo-na-agricultura-familiar#sthash.8uHXKTCl.dpuf

Inauguração em Niquelândia marca nova fase das mulheres da AMURV

Publicada em 04/11/2014 às 17:31

Inauguração AMURV
Nem a chuva atrapalhou o evento de inauguração da central de abastecimento e beneficiamento que as produtoras da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV), de Niquelândia (GO), conquistaram com o apoio do Programa ReDes. Pelo contrário, a água foi bem vinda e a animação também.
Mais de 150 pessoas, entre representantes do poder público, da unidade local da Votorantim Metais, parceiros e comunidade, foram conhecer a nova instalação e parabenizar a vitória das 25 mulheres que fazem o negócio ligado à agricultura familiar acontecer. O evento aconteceu na parte da manhã e foi organizado pelas próprias associadas da AMURV, que prepararam toda a cerimônia e o almoço para os convidados.
O assessor local do ReDes, Geovany Rodrigues, disse que isso fez toda a diferença para o sucesso do evento. “Elas foram muito cuidadosas em cada detalhe. Os agradecimentos foram emocionantes e a sobremesa foram os doces feitos por elas e que serão beneficiados na central”, contou.
Novos rumos
A inauguração marca uma nova fase para o empreendimento. Com a central equipada com forno, fogão industrial, balança e outras máquinas, e um anexo ao lado com escritório, almoxarifado e centro de convivência, as produtoras passam a ter toda a estrutura necessária para ganhar escala e novos mercados.
As verduras e legumes que saem da horta comunitária mantida por elas no assentamento do Rio Vermelho já são vendidos, in natura, para três supermercados da cidade. A ideia é beneficiar parte dessa produção, aumentar o número de estabelecimentos atendidos e passar a vender também produtos embalados com a marca da associação e  doces cristalizados, em barra, em pedaços e cremoso.
Para Zilda Luiza Sol de Lima, produtora e tesoureira da AMURV, a inauguração foi o resultado de um trabalho de união entre as mulheres, o ReDes e outros parceiros. “Estamos muito agradecidas. Nós olhamos a central pronta e ainda não acreditamos. É um sonho realizado para nós e toda a comunidade em que vivemos”, contou.
Zilda explicou que a associação vai passar a comprar verduras, legumes e frutas de outros produtores também. “Nossa horta e plantação caseira são o bastante agora. Porém, pensando no tanto que queremos crescer, vamos precisar de mais produtores para abastecer a central”, disse.
As mulheres aguardam agora a inspeção da vigilância sanitária para começar a operar. Enquanto isso, elas já recebem encomendas locais. “A inauguração foi muito elogiada, as pessoas não param de falar e querem comprar nossos doces. Estamos animadas demais. 2015 promete!”, finalizou.

Fonte: http://www.programaredes.org.br/inauguracao-em-niquelandia-marca-nova-fase-das-mulheres-da-amurv/

 Veja masi em : http://www.calameo.com/read/0039895751189ab92bbf2?authid=QRgJl9GiJYsS




lei-da-agricultura-familiar-14-18171931.jpg
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) operacionalizou em 2015 cerca de R$ 287 milhões no apoio à comercialização da produção da agricultura familiar por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O valor representa a totalidade do orçamento repassado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA).
 
Do valor total aplicado, a maior parte foi destinada à Compra com Doação Simultânea (CDS). Para esta modalidade, os recursos foram na ordem de R$ 241 milhões, o que representa 84% do total. Com isso, mais de 870 projetos com cooperativas e associações de agricultores familiares foram formalizados e os alimentos destinados ao abastecimento das redes socioassistencial, de ensino, de saúde e também a equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional.
 
A Região Nordeste teve grande destaque. Bahia, Alagoas e Paraíba foram responsáveis pela execução de cerca de 25% dos recursos da modalidade CDS, beneficiando mais de 8 mil agricultores familiares. Já no Norte, Amazonas, Amapá e Rondônia foram os estados que apresentaram maior número de projetos, o que beneficiou, em especial, as famílias indígenas da região. Cabe destaque, também, para a retomada da execução no estado do Paraná.
 
De acordo com o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, João Marcelo Intini, o resultado obtido em 2015 é reflexo de um trabalho iniciado em 2014, a partir do estabelecimento do novo manual normativo e das capacitações realizadas com as equipes da Conab e com mais de 3 mil representantes de entidades participantes do PAA. “Essas ações permitiram que recebêssemos uma maior quantidade de projetos, o que resultou na execução total do orçamento repassado pelos ministérios parceiros, possibilitando a operação do Programa em todo os estados brasileiros”, destaca Intini.
 
Aquisição de sementes - As associações e cooperativas também acessaram R$ 14,3 em Aquisição de Sementes. No primeiro ano de execução, a nova modalidade foi operada em 10 superintendências regionais da Companhia. A partir da iniciativa, foram adquiridos vários tipos de sementes, de variedades e crioulas, como milho, arroz, feijão, cebola, entre outras.
 
Compra Direta - Os agricultores familiares puderam contar com R$ 11 milhões destinados para a Compra Direta. Nesta modalidade, o produto que teve maior destaque foi o leite em pó, com a compra de mil toneladas pelo governo federal. A medida ajudou a manter a remuneração dos pequenos produtores, gerando renda quando os preços praticados no mercado estavam em queda.
 
Formação de estoques - A partir do PAA os agricultores familiares ainda tiveram acesso a R$ 20,7 milhões para formar seus estoques. Desta forma, os produtos, após sofrerem processo de transformação, podem ser comercializados em momento mais favorável do mercado.
 
Desde 2003, os recursos operados pela Companhia por meio do PAA superaram os R$ 3,3 bilhões, beneficiando pequenos produtores de pelo menos 2.700 municípios.

Fonte: Redação - Agência IN 
http://www.goiascooperativo.coop.br/noticias/agricultura-familiar-recebeu-cerca-de-r-287-milhoes/

13/04/2014

Agroindústria Comunitária - Associação das Mulheres do Rio Vermelho

Publicada em 21/03/2014 às 16:25

Agroindústria Comunitária
Em Niquelândia, 80% dos produtos vegetais da alimentação básica que circulam no mercado local provêm de centrais de abastecimento de Goiânia e de Anápolis. A produção do município e de seu entorno praticamente não é comercializada internamente por não atender aos requisitos de qualidade e regularidade.
O projeto Agroindústria Comunitária está mudando este cenário por meio do estímulo ao associativismo e empreendedorismo das participantes da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV). A proposta se centra na estruturação de uma agroindústria coletiva, para fornecimento de vegetais (cenoura, repolho, milho, jiló, tomate) e produtos beneficiados (polpa de frutas, geleias, conservas) ao mercado local e regional.
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  • Município: Niquelândia
  • Organização executora:Associação das Mulheres do Rio Vermelho
  • Linha de ação: Abastecimento alimentar
  • Objetivo geral: Desenvolver a capacidade empreendedora de mulheres associadas à AMURV, estruturando um mercado local de produtos vegetais da alimentação básica
  • Beneficiados: 36 pessoas
http://www.programaredes.org.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1392.jpghttp://www.programaredes.org.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1411.jpghttp://www.programaredes.org.br/territorios/goiano/niquelandia/agroindustria-comunitaria/

Acaba de chegar na associação um caminhão, adquirido com os recursos do ReDes.


Com a chegada do caminhão e o aumento da produção, a proposta é ampliar cada vez mais as vendas, atendendo também as cidades vizinhas.

Na região de Niquelândia, no estado de Goiás, a Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV) – http://www.amurv.blogspot.com.br/ – deu um salto após a chegada do ReDes na região e prova, a cada dia, a importância de fortalecer as experiências de agricultura familiar locais.
Atualmente, as 31 associadas trabalham na produção agrícola de três hortas comunitárias. Para esse trabalho, contam com o apoio de um agrônomo local, que orienta as produtoras em questões técnicas. No local, elas plantam milho, abóbora, pepino, pimentão, berinjela, cenoura, beterraba, alface, entre outras verduras e legumes. A produção está sendo direcionada para o PNAE e PAA, principalmente. Além disso, os produtos são comercializados semanalmente na feira da cidade.
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Neste ano, as produtoras estão ainda mais animadas, pois acaba de chegar na associação um caminhão, adquirido com os recursos do ReDes. Segundo a presidente Elza Gonçalves de Oliveira Santosa alegria foi tanta que resolveram fazer uma grande festa, com direito a passeata com o caminhão pela cidade.
“É o que a gente mais precisava. Sem este transporte, dependíamos de frete e até de carona. Com isso, muitas vezes os produtos estragavam no caminho ou chegavam atrasados ao destino. Sem falar nos gastos. A cada embalagem, por exemplo, a gente pagava R$5,00. Em uma única viagem, chegávamos a gastar mais de R$150,00. Ou seja, era um dinheiro que poderia ficar para nós. Estamos muito satisfeitas”, conta Elza.
A próxima etapa será a construção da central para beneficiamento dos produtos. A obra terá início ainda este mês e a previsão é que seja inaugurada em maio. No novo espaço, que terá cerca de 105 m2, as produtoras farão a fabricação de polpas de frutas da região, como caju, manga e melancia, assim como fabricação de barras de cereais. Além disso, aproveitarão a experiência anterior para produzir doces cristalizados e em caldas. Para isso, as produtoras participaram de diversos cursos oferecidos em parceria com o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) sobre manuseio e boas práticas em beneficiamento de alimentos.
O objetivo é que a produção, antes artesanal, ganhe escala de mercado. Com o apoio do programa, elas terão de buscar agora as licenças necessárias para a operação da nova fábrica.

http://www.programaredes.org.br/onu-declara-2014-como-ano-internacional-da-agricultura-familiar/

Cresce a participação de mulheres em empreendimentos agropecuários

Publicada em 25/09/2013 às 14:52
Cresce a participação de mulheres em empreendimentos agropecuários
Lançada no último mês, a Nota de Política sobre as Mulheres Rurais da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) aponta crescimento do percentual de mulheres responsáveis por atividades agropecuárias na América Latina e Caribe. No Brasil, os dados mostram que 13% dos agricultores são mulheres.
O processo de feminização do campo encorpa um fenômeno que já foi observado no meio urbano: as mulheres estão, cada vez mais, conquistando autonomia econômica, reconfigurando o cenário do mundo do trabalho. Por consequência, a partir do incremento da renda familiar, percebe-se melhorias nas condições de bem-estar social dos agrupamentos familiares.
Apesar dos dados indicarem avanços no que tange à distribuição do trabalho entre homens e mulheres, o estudo destaca desigualdades na garantia de direitos e acesso a recursos. Em geral, de acordo com a FAO, as trabalhadoras rurais têm mais dificuldade em obter assistência técnica, capacitação e acesso a crédito. Nesse sentido, a ONU recomenda aos programas de extensão rural oferta de tratamento diferenciado em termos de gênero, especialmente nas políticas dirigidas à agricultura familiar.
Recorte brasileiro
Não há dúvidas do quanto a agropecuária significa em termos econômicos para o desenvolvimento do Brasil. Fazendo um recorte apenas para os negócios ligados à agricultura familiar, os números impressionam. Dados do IBGE mostram que empreendimentos nesse segmento representam cerca de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) agrícola, 85% dos estabelecimentos agropecuários e quase 77% dos postos de trabalho na agricultura.
Apesar da representatividade do setor para a economia brasileira, poucos estudos se debruçam sobre a presença das mulheres no trabalho rural e a importância de sua atuação para a garantia da produção. O que se sabe é que muitas trabalhadoras ainda atuam sem qualquer remuneração ou valorização profissional e conjugam o ofício com as atividades do lar.
Em contraste a essa realidade, alguns grupos produtivos formados apenas por mulheres apontam uma mudança no cenário. Governos, organismos internacionais e investidores sociais, atentos ao movimento, têm direcionado esforços para a inclusão socioprodutiva feminina e empoderamento das trabalhadoras, no campo e na cidade.
No Programa ReDes, são vários os casos de associações e cooperativas, lideradas por mulheres, que estão executando projetos em prol do desenvolvimento local. Na região de Niquelândia, no estado de Goiás, a Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV) é um exemplo.
O grupo, constituído por 36 associadas, nasceu em 1999, inspirado pela experiência de outra iniciativa, a Associação de Produtores Rurais Junto ao INCRA – Arvin, formada apenas por homens.
“Observando o trabalho do meu marido e dos outros associados, percebi que havia oportunidades ainda não exploradas. Como eles trabalhavam principalmente com milho e arroz, surgiu a ideia de criarmos uma outra associação para atuar com poupas de frutas e doces”, explica Diana Maria Rodrigues Gebrim. Ali surgia então a AMURV.
Hoje, no papel de tesoureira da organização, Diana observa a transformação das empreendedoras. “Muitas mulheres não tinham renda e dependiam completamente de seus maridos. Com a associação, elas viram uma oportunidade de remuneração. Muitas estão aprendendo uma profissão. Vejo também mudanças no campo pessoal. Estão mais valorizadas. Agora, elas garantem o complemento da renda da casa.”
Diana salienta uma característica do grupo que tem feito a diferença no trabalho. “As mulheres acabam incluindo mais. Somos um grupo aberto a sugestões. A participação da família é muito grande. Todos ajudam nas decisões.”
Para a associada, o apoio no início foi fundamental. “Com o suporte do Programa ReDes estamos crescendo. Foi com ele que percebemos que só com poupa de frutas e doces o negócio não ia crescer. Agora atuamos também com verduras. Conseguimos entender melhor o mercado.  Nosso sonho é ver a nova sede construída. Trabalhamos em um galpão improvisado, mas isso já vai mudar. Os recursos estão chegando e vamos ficar ainda mais fortes.”
Apesar de estarem apenas no início de um longo percurso, Diana já celebra alguns resultados. “Conquistamos muito mais do que um trabalho. Conquistamos o respeito e a admiração de nossos maridos e de nossas famílias. Isso é uma grande vitória.”
Fonte: http://www.programaredes.org.br/cresce-a-participacao-de-mulheres-em-empreendimentos-agropecuarios/