24/01/2017

COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR APRIMORAM POTENCIAL COMPETITIVO UTILIZANDO SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO FINANCEIRO.

COOPERATIVAS DA AGRICULTURA FAMILIAR APRIMORAM POTENCIAL COMPETITIVO UTILIZANDO SOFTWARE PARA GERENCIAMENTO FINANCEIRO.



Poster publicado no V Seminário Científico sobre Agricultura Familiar: Apresentação de trabalhos na forma de pôsteres, na Agro Centro-Oeste Familiar 2016 no Instituto Federal Goiano - Campus Urutaí, no 27/04/2016  12:31 as 14:30  Centro de Eventos Nilo Peçanha. 


 

13/01/2016

Secretaria da Educação vai comprar alimentos da agricultura familiar

Os editais da chamada pública estão publicados no site da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte.

Oportunidade para agricultores familiares
Oportunidade para agricultores familiares
créditos: Google
Essa notícia é bacana e vai interessar àqueles que já participaram de algum de nossos programas da área de Desenvolvimento Rural, em especial os projetos que atuaram com a agricultura familiar. Ajude a disseminar essa informação. 

Secretaria de Educação, Cultura e Esporte do Estado de Goiás, por meio daGerência da Merenda Escolar, abriu chamada pública para a compra de alimentos oriundos da agricultura familiar para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)

Os editais da chamada pública estão publicados no site da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte. Para acessá-los, basta seguir os seguintes passos:
  • acesse www.seduc.go.gov.br
  • clique no banner Educação
  • clique no item Alimentação Escolar
  • clique no item Chamada Pública da Merenda Escolar

11/01/2016

Mais oportunidades para a agroindústria familiar

Foto: Andrea Farias/MDA

A agricultura familiar brasileira tem muito a comemorar. As novas normas sanitárias publicadas especificamente para agroindústrias de pequeno porte facilitarão a regularização dos empreendimentos e a inserção de produtos processados nos mercados.
Para o diretor de Geração de Renda e Agregação de Valor, Marcelo Piccin, as agroindústrias têm um importante papel econômico e social. “Resolver gargalos e barreiras para estimular e apoiar o desenvolvimento das agroindústrias significa, também, trazê-las para a formalidade, com a inclusão no circuito comercial institucional e privado, com desdobramentos positivos para dinamizar as economias locais, gerando oportunidades de trabalho e renda aos agricultores familiares e maior produção de alimentos sustentáveis e saudáveis”, afirma.
As alterações estão nos artigos 7°, parágrafo único do artigo 143-A e 144 do Decreto 5.741/2006, que organiza o Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa). Essas se referem às normas específicas de inspeção sanitária para a agricultura familiar, incluindo a produção rural primária para o autoconsumo; a venda direta ao consumidor final; e a agroindustrialização realizada em propriedade da agricultura familiar e suas organizações.
Juntamente com o decreto, foram publicadas duas Instruções Normativas, sendo uma com detalhamentos para as agroindústrias de pequeno porte de produtos de origem animal; e outra com requisitos e procedimentos simplificados para o registro dos produtos e estabelecimentos produtores de vinho e de bebidas em geral.
As alterações foram anunciadas nesta segunda-feira, (22), durante o lançamento do Plano Safra 2015/2016, ocorrido no Palácio do Planalto.
Alterações:
•    Fica dispensada de registro, inspeção e fiscalização a produção rural primária para o autoconsumo e para a preparação, manipulação ou armazenagem doméstica de produtos de origem agropecuária para consumo familiar;
•    Inserção das organizações da agricultura familiar no âmbito das normas sanitárias específicas para a agroindustrialização;
•    Fica permitida a venda de pequenas quantidades de produtos da produção primária, direto ao consumidor final, pelo agricultor familiar e suas organizações ou pequeno produtor rural que os produz, mediante normas específicas a serem publicadas em 90 dias;
•    Institui que a agroindustrialização realizada em propriedade da agricultura familiar, de suas organizações ou equivalente fica condicionada a regras específicas que devem prever, dentre outras, as condições estruturais e de controle de processo, a serem publicadas em 180 dias;
•    Define que o estabelecimento agroindustrial de pequeno porte de bebidas e de produtos de origem animal poderá ser classificado como agroindústria artesanal, considerando costumes, hábitos e conhecimentos tradicionais na perspectiva da valorização da diversidade alimentar, do multiculturalismo dos povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares;
•    Introduz a definição de estabelecimento agroindustrial de pequeno porte de bebidas, sendo o estabelecimento de propriedade de agricultores familiares ou equivalentes ou de produtores rurais, de forma individual ou coletiva, considerando a escala de produção e a área útil construída.
Outras alterações
Recentemente foi publicada alteração dos artigos 151 e 153 do anexo do mesmo Decreto 5.741/2006, que permite que produtos certificados da agroindústria familiar, que atendem as normas exigidas pela legislação sanitária, circulem em todo o Brasil. Isso significa que as inspeções e fiscalizações dos produtos de origem animal serão realizadas de maneira uniforme, harmônica e equivalente em todos os estados, Distrito Federal e municípios.
- See more at: http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/mais-oportunidades-para-agroind%C3%BAstria-familiar#sthash.eIf0hhTf.dpuf

10/01/2016

Parabéns a toda equipe pela organização e sucesso absoluto do evento confraternização COOPAFANA - Goiás!!!



Que vocês da Coopafana Santa Izabel continuem nos proporcionando excelentes resultados para os anos vindouros. E que a parceria com Projeto Mais Gestão no Campo via SEBRAE-GO e MDA possa fortalecer ainda mais esta caminhada.
Vale um destaque especial para a diretoria pela atuação espetacular !!
Enfim tudo maravilhoso !!! 
Tenham certeza que será mais um momento inesquecível que ficara para sempre em minha memória !!!!
Agora rumo a 2016!!!
Grande abraço e Sucesso."

Cooperativismo na agricultura familiar

A agricultura familiar tem contado, cada vez mais, com a criação de cooperativas para ampliar seu mercado de comercialização garantindo, assim, renda para um número maior de famílias. O coordenador de Diversificação Econômica e Apoio à Comercialização, Agroindústria e Cooperativismo do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Jurandi Gugel, explica as ações do ministério que impulsionam esse sistema econômico na agricultura familiar e reforma agrária.
Por que é importante apoiar o cooperativismo?
O grande demarcador das nossas ações de apoio à agricultura familiar e suas diversas manifestações, dentro de um conjunto de políticas de desenvolvimento rural, é o cooperativismo. Ele é uma das nossas estratégias de fortalecimento econômico da agricultura familiar e reforma agrária. A logística, ganho de escala, acesso ao mercado, volume da produção ofertada para as redes de consumidores, supermercados ou mesmo as compras governamentais são facilitadas pelo cooperativismo e associativismo. Entendemos que a forma de fazer com que a agricultura familiar se fortaleça economicamente e se coloque perante a sociedade brasileira é por meio do cooperativismo e do associativismo, em função de que essas organizações, desses milhões de agricultores e agricultoras, são a melhor forma de acesso ao conjunto de políticas públicas seja crédito, assistência técnica, habitação rural e também mercado, que é a consolidação do esforço de trabalho canalizado via produção.
Que ações o MDA têm para incentivar o cooperativismo?
No dia 22 de junho, no lançamento do Plano Safra 2015/2016, foi assinada a portaria 204 que criou o Programa Nacional do Fortalecimento do Cooperativismo e Associativismo Solidário da Agricultura Familiar e Reforma Agrária (Cooperaf). Ele traz um conjunto de ações e diretrizes de estratégias de apoio ao cooperativismo e associativismo. Temos dentro dessas ações o Programa Mais Gestão, que é uma assessoria técnica prestada a empreendimentos coletivos que tenham a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) Jurídica, para que eles acessem um serviço que vai desde orientação à formação e capacitação de pessoas. Ele ajuda no processo de gestão dessas organizações, ajuda no gerenciamento, na administração, no planejamento. Todos esses serviços são feitos por esse programa. Sendo assim, o Cooperaf é um conjunto de ações de apoio ao cooperativismo e associativismo e o Mais Gestão vem com o foco para melhorar administração, gerenciamento e gestão interna desses empreendimentos.
Como as cooperativas e associações podem participar do Mais Gestão?
Neste momento temos publicado no site do MDA um edital de adesão das cooperativas e associação ao programa Mais Gestão. Em 2016, deveremos atender mil organizações. Atualmente, o Mais Gestão atende 450 Cooperativas. Então, as organizações interessadas em participar têm até o dia 20 de janeiro de 2016 para se inscreverem e pleitearem essa possibilidade de ter esse serviço do ministério. O Mais Gestão vai prestar assistência técnica a cada um desses empreendimentos selecionados para preparar os dirigentes das cooperativas para que eles saibam como acessar o conjunto de políticas públicas, não só do MDA, como de todo o governo.
Como funciona a assistência técnica prestada no Mais Gestão?
Para esse edital teremos, em parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul, uma capacitação, que é um conjunto de 40 horas de conteúdos e metodologias para esses gerentes, de forma que todos os componentes da administração de cada uma dessas cooperativas e associações e também dos conselhos fiscais delas possam compreender toda a filosofia do que é o cooperativismo, das questões legais e formais necessárias na vida interna da organização econômica cooperativa e também, especialmente, a relação desse dirigente com o quadro social que são os agricultores e agricultoras familiares que compõem a cooperativa. Dessa forma, teremos conselhos de administração e fiscal bem preparados para cumprir seu papel como dirigente dessas organizações e, assim, potencializar a utilização da assessoria propiciada pelo Mais Gestão, dentre outras políticas do Governo Federal.

Tássia Navarro
Ascom/MDA 
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Inauguração em Niquelândia marca nova fase das mulheres da AMURV

Publicada em 04/11/2014 às 17:31

Inauguração AMURV
Nem a chuva atrapalhou o evento de inauguração da central de abastecimento e beneficiamento que as produtoras da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV), de Niquelândia (GO), conquistaram com o apoio do Programa ReDes. Pelo contrário, a água foi bem vinda e a animação também.
Mais de 150 pessoas, entre representantes do poder público, da unidade local da Votorantim Metais, parceiros e comunidade, foram conhecer a nova instalação e parabenizar a vitória das 25 mulheres que fazem o negócio ligado à agricultura familiar acontecer. O evento aconteceu na parte da manhã e foi organizado pelas próprias associadas da AMURV, que prepararam toda a cerimônia e o almoço para os convidados.
O assessor local do ReDes, Geovany Rodrigues, disse que isso fez toda a diferença para o sucesso do evento. “Elas foram muito cuidadosas em cada detalhe. Os agradecimentos foram emocionantes e a sobremesa foram os doces feitos por elas e que serão beneficiados na central”, contou.
Novos rumos
A inauguração marca uma nova fase para o empreendimento. Com a central equipada com forno, fogão industrial, balança e outras máquinas, e um anexo ao lado com escritório, almoxarifado e centro de convivência, as produtoras passam a ter toda a estrutura necessária para ganhar escala e novos mercados.
As verduras e legumes que saem da horta comunitária mantida por elas no assentamento do Rio Vermelho já são vendidos, in natura, para três supermercados da cidade. A ideia é beneficiar parte dessa produção, aumentar o número de estabelecimentos atendidos e passar a vender também produtos embalados com a marca da associação e  doces cristalizados, em barra, em pedaços e cremoso.
Para Zilda Luiza Sol de Lima, produtora e tesoureira da AMURV, a inauguração foi o resultado de um trabalho de união entre as mulheres, o ReDes e outros parceiros. “Estamos muito agradecidas. Nós olhamos a central pronta e ainda não acreditamos. É um sonho realizado para nós e toda a comunidade em que vivemos”, contou.
Zilda explicou que a associação vai passar a comprar verduras, legumes e frutas de outros produtores também. “Nossa horta e plantação caseira são o bastante agora. Porém, pensando no tanto que queremos crescer, vamos precisar de mais produtores para abastecer a central”, disse.
As mulheres aguardam agora a inspeção da vigilância sanitária para começar a operar. Enquanto isso, elas já recebem encomendas locais. “A inauguração foi muito elogiada, as pessoas não param de falar e querem comprar nossos doces. Estamos animadas demais. 2015 promete!”, finalizou.

Fonte: http://www.programaredes.org.br/inauguracao-em-niquelandia-marca-nova-fase-das-mulheres-da-amurv/

 Veja masi em : http://www.calameo.com/read/0039895751189ab92bbf2?authid=QRgJl9GiJYsS




lei-da-agricultura-familiar-14-18171931.jpg
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) operacionalizou em 2015 cerca de R$ 287 milhões no apoio à comercialização da produção da agricultura familiar por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O valor representa a totalidade do orçamento repassado pelos ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e do Desenvolvimento Agrário (MDA).
 
Do valor total aplicado, a maior parte foi destinada à Compra com Doação Simultânea (CDS). Para esta modalidade, os recursos foram na ordem de R$ 241 milhões, o que representa 84% do total. Com isso, mais de 870 projetos com cooperativas e associações de agricultores familiares foram formalizados e os alimentos destinados ao abastecimento das redes socioassistencial, de ensino, de saúde e também a equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional.
 
A Região Nordeste teve grande destaque. Bahia, Alagoas e Paraíba foram responsáveis pela execução de cerca de 25% dos recursos da modalidade CDS, beneficiando mais de 8 mil agricultores familiares. Já no Norte, Amazonas, Amapá e Rondônia foram os estados que apresentaram maior número de projetos, o que beneficiou, em especial, as famílias indígenas da região. Cabe destaque, também, para a retomada da execução no estado do Paraná.
 
De acordo com o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, João Marcelo Intini, o resultado obtido em 2015 é reflexo de um trabalho iniciado em 2014, a partir do estabelecimento do novo manual normativo e das capacitações realizadas com as equipes da Conab e com mais de 3 mil representantes de entidades participantes do PAA. “Essas ações permitiram que recebêssemos uma maior quantidade de projetos, o que resultou na execução total do orçamento repassado pelos ministérios parceiros, possibilitando a operação do Programa em todo os estados brasileiros”, destaca Intini.
 
Aquisição de sementes - As associações e cooperativas também acessaram R$ 14,3 em Aquisição de Sementes. No primeiro ano de execução, a nova modalidade foi operada em 10 superintendências regionais da Companhia. A partir da iniciativa, foram adquiridos vários tipos de sementes, de variedades e crioulas, como milho, arroz, feijão, cebola, entre outras.
 
Compra Direta - Os agricultores familiares puderam contar com R$ 11 milhões destinados para a Compra Direta. Nesta modalidade, o produto que teve maior destaque foi o leite em pó, com a compra de mil toneladas pelo governo federal. A medida ajudou a manter a remuneração dos pequenos produtores, gerando renda quando os preços praticados no mercado estavam em queda.
 
Formação de estoques - A partir do PAA os agricultores familiares ainda tiveram acesso a R$ 20,7 milhões para formar seus estoques. Desta forma, os produtos, após sofrerem processo de transformação, podem ser comercializados em momento mais favorável do mercado.
 
Desde 2003, os recursos operados pela Companhia por meio do PAA superaram os R$ 3,3 bilhões, beneficiando pequenos produtores de pelo menos 2.700 municípios.

Fonte: Redação - Agência IN 
http://www.goiascooperativo.coop.br/noticias/agricultura-familiar-recebeu-cerca-de-r-287-milhoes/

13/04/2014

Agroindústria Comunitária - Associação das Mulheres do Rio Vermelho

Publicada em 21/03/2014 às 16:25

Agroindústria Comunitária
Em Niquelândia, 80% dos produtos vegetais da alimentação básica que circulam no mercado local provêm de centrais de abastecimento de Goiânia e de Anápolis. A produção do município e de seu entorno praticamente não é comercializada internamente por não atender aos requisitos de qualidade e regularidade.
O projeto Agroindústria Comunitária está mudando este cenário por meio do estímulo ao associativismo e empreendedorismo das participantes da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV). A proposta se centra na estruturação de uma agroindústria coletiva, para fornecimento de vegetais (cenoura, repolho, milho, jiló, tomate) e produtos beneficiados (polpa de frutas, geleias, conservas) ao mercado local e regional.
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  • Município: Niquelândia
  • Organização executora:Associação das Mulheres do Rio Vermelho
  • Linha de ação: Abastecimento alimentar
  • Objetivo geral: Desenvolver a capacidade empreendedora de mulheres associadas à AMURV, estruturando um mercado local de produtos vegetais da alimentação básica
  • Beneficiados: 36 pessoas
http://www.programaredes.org.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1392.jpghttp://www.programaredes.org.br/wp-content/uploads/2012/11/IMG_1411.jpghttp://www.programaredes.org.br/territorios/goiano/niquelandia/agroindustria-comunitaria/

Acaba de chegar na associação um caminhão, adquirido com os recursos do ReDes.


Com a chegada do caminhão e o aumento da produção, a proposta é ampliar cada vez mais as vendas, atendendo também as cidades vizinhas.

Na região de Niquelândia, no estado de Goiás, a Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV) – http://www.amurv.blogspot.com.br/ – deu um salto após a chegada do ReDes na região e prova, a cada dia, a importância de fortalecer as experiências de agricultura familiar locais.
Atualmente, as 31 associadas trabalham na produção agrícola de três hortas comunitárias. Para esse trabalho, contam com o apoio de um agrônomo local, que orienta as produtoras em questões técnicas. No local, elas plantam milho, abóbora, pepino, pimentão, berinjela, cenoura, beterraba, alface, entre outras verduras e legumes. A produção está sendo direcionada para o PNAE e PAA, principalmente. Além disso, os produtos são comercializados semanalmente na feira da cidade.
http://www.programaredes.org.br/wp-content/uploads/2014/02/Amurv.jpg
Neste ano, as produtoras estão ainda mais animadas, pois acaba de chegar na associação um caminhão, adquirido com os recursos do ReDes. Segundo a presidente Elza Gonçalves de Oliveira Santosa alegria foi tanta que resolveram fazer uma grande festa, com direito a passeata com o caminhão pela cidade.
“É o que a gente mais precisava. Sem este transporte, dependíamos de frete e até de carona. Com isso, muitas vezes os produtos estragavam no caminho ou chegavam atrasados ao destino. Sem falar nos gastos. A cada embalagem, por exemplo, a gente pagava R$5,00. Em uma única viagem, chegávamos a gastar mais de R$150,00. Ou seja, era um dinheiro que poderia ficar para nós. Estamos muito satisfeitas”, conta Elza.
A próxima etapa será a construção da central para beneficiamento dos produtos. A obra terá início ainda este mês e a previsão é que seja inaugurada em maio. No novo espaço, que terá cerca de 105 m2, as produtoras farão a fabricação de polpas de frutas da região, como caju, manga e melancia, assim como fabricação de barras de cereais. Além disso, aproveitarão a experiência anterior para produzir doces cristalizados e em caldas. Para isso, as produtoras participaram de diversos cursos oferecidos em parceria com o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) sobre manuseio e boas práticas em beneficiamento de alimentos.
O objetivo é que a produção, antes artesanal, ganhe escala de mercado. Com o apoio do programa, elas terão de buscar agora as licenças necessárias para a operação da nova fábrica.

http://www.programaredes.org.br/onu-declara-2014-como-ano-internacional-da-agricultura-familiar/

Cresce a participação de mulheres em empreendimentos agropecuários

Publicada em 25/09/2013 às 14:52
Cresce a participação de mulheres em empreendimentos agropecuários
Lançada no último mês, a Nota de Política sobre as Mulheres Rurais da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) aponta crescimento do percentual de mulheres responsáveis por atividades agropecuárias na América Latina e Caribe. No Brasil, os dados mostram que 13% dos agricultores são mulheres.
O processo de feminização do campo encorpa um fenômeno que já foi observado no meio urbano: as mulheres estão, cada vez mais, conquistando autonomia econômica, reconfigurando o cenário do mundo do trabalho. Por consequência, a partir do incremento da renda familiar, percebe-se melhorias nas condições de bem-estar social dos agrupamentos familiares.
Apesar dos dados indicarem avanços no que tange à distribuição do trabalho entre homens e mulheres, o estudo destaca desigualdades na garantia de direitos e acesso a recursos. Em geral, de acordo com a FAO, as trabalhadoras rurais têm mais dificuldade em obter assistência técnica, capacitação e acesso a crédito. Nesse sentido, a ONU recomenda aos programas de extensão rural oferta de tratamento diferenciado em termos de gênero, especialmente nas políticas dirigidas à agricultura familiar.
Recorte brasileiro
Não há dúvidas do quanto a agropecuária significa em termos econômicos para o desenvolvimento do Brasil. Fazendo um recorte apenas para os negócios ligados à agricultura familiar, os números impressionam. Dados do IBGE mostram que empreendimentos nesse segmento representam cerca de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) agrícola, 85% dos estabelecimentos agropecuários e quase 77% dos postos de trabalho na agricultura.
Apesar da representatividade do setor para a economia brasileira, poucos estudos se debruçam sobre a presença das mulheres no trabalho rural e a importância de sua atuação para a garantia da produção. O que se sabe é que muitas trabalhadoras ainda atuam sem qualquer remuneração ou valorização profissional e conjugam o ofício com as atividades do lar.
Em contraste a essa realidade, alguns grupos produtivos formados apenas por mulheres apontam uma mudança no cenário. Governos, organismos internacionais e investidores sociais, atentos ao movimento, têm direcionado esforços para a inclusão socioprodutiva feminina e empoderamento das trabalhadoras, no campo e na cidade.
No Programa ReDes, são vários os casos de associações e cooperativas, lideradas por mulheres, que estão executando projetos em prol do desenvolvimento local. Na região de Niquelândia, no estado de Goiás, a Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV) é um exemplo.
O grupo, constituído por 36 associadas, nasceu em 1999, inspirado pela experiência de outra iniciativa, a Associação de Produtores Rurais Junto ao INCRA – Arvin, formada apenas por homens.
“Observando o trabalho do meu marido e dos outros associados, percebi que havia oportunidades ainda não exploradas. Como eles trabalhavam principalmente com milho e arroz, surgiu a ideia de criarmos uma outra associação para atuar com poupas de frutas e doces”, explica Diana Maria Rodrigues Gebrim. Ali surgia então a AMURV.
Hoje, no papel de tesoureira da organização, Diana observa a transformação das empreendedoras. “Muitas mulheres não tinham renda e dependiam completamente de seus maridos. Com a associação, elas viram uma oportunidade de remuneração. Muitas estão aprendendo uma profissão. Vejo também mudanças no campo pessoal. Estão mais valorizadas. Agora, elas garantem o complemento da renda da casa.”
Diana salienta uma característica do grupo que tem feito a diferença no trabalho. “As mulheres acabam incluindo mais. Somos um grupo aberto a sugestões. A participação da família é muito grande. Todos ajudam nas decisões.”
Para a associada, o apoio no início foi fundamental. “Com o suporte do Programa ReDes estamos crescendo. Foi com ele que percebemos que só com poupa de frutas e doces o negócio não ia crescer. Agora atuamos também com verduras. Conseguimos entender melhor o mercado.  Nosso sonho é ver a nova sede construída. Trabalhamos em um galpão improvisado, mas isso já vai mudar. Os recursos estão chegando e vamos ficar ainda mais fortes.”
Apesar de estarem apenas no início de um longo percurso, Diana já celebra alguns resultados. “Conquistamos muito mais do que um trabalho. Conquistamos o respeito e a admiração de nossos maridos e de nossas famílias. Isso é uma grande vitória.”
Fonte: http://www.programaredes.org.br/cresce-a-participacao-de-mulheres-em-empreendimentos-agropecuarios/

30/12/2013

Câmara aprova preferência a mulheres em transferência de renda rural

Projeto dá às mulheres chefes de família preferência no recebimento de benefícios ligados à conservação ambiental e à agricultura familiar


Ana Clark
Foto: Ana Clark / clicRBS
Proposta estende preferência já prevista pelo programa Bolsa Família
A proposta 4284/12, que concede preferência às mulheres chefes de família no recebimento dos benefícios dos programas de Apoio à Conservação Ambiental e de Fomento às Atividades Rurais, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Os programas da Lei 12.512/11 destinam recursos a famílias em situação de extrema pobreza que atuem em atividades de conservação ambiental ou agricultura familiar.
O texto do Senado, que teve como relator na comissão o deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), foi aprovado em caráter conclusivo e segue para sanção presidencial. Tanto o substitutivo da Comissão de Seguridade Social e Família ao texto quanto o Projeto de Lei 3534/08, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), em análise conjunta, foram aprovados.
No substitutivo da Comissão de Seguridade, a relatora, deputada Benedita da Silva (PT-RJ), faz apenas alterações de redação. Já o PL 3534/08 determina que os recursos do programa Bolsa Família sejam pagos sempre à mulher responsável pela unidade familiar. 

Atualmente, a Lei 10.836/04, que instituiu o benefício, já prevê a preferência das mulheres que chefiam famílias para receber os recursos. Segundo Benedita da Silva, dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome apontam que esta preferência tem sido respeitada.
– 92,4% dos responsáveis pelo cartão do programa Bolsa Família são mulheres – afirma.
CÂMARA DOS DEPUTADO

S

20/09/2013

ASSENTADAS DÃO LIÇÃO DE EMPREENDEDORISMO

quinta-feira, 08 de outubro de 2009, 00:00

Mais de 5 mil famílias goianas atendidas pelo projeto.

Desenvolvimento da Agricultura Familiar em Assentamentos da Reforma Agrária, idealizado pelo Sebrae em Goiás, começam a mostrar os resultados das assistências técnica, social e ambiental oferecidas pela entidade, desde 2004, em áreas assentadas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). 

É o caso da professora aposentada Elza Gonçalves de Oliveira Santos, 60, que cria e vende frangos caipiras. Ela mora no assentamento Rio Vermelho, em Niquelândia, região norte do Estado. Há quatro anos, desde quando começou a participar do projeto, ela passou a enxergar nova possibilidade de renda para a família, ao lado de três vizinhas. Assistimos a várias palestras com dicas para gerenciar nosso próprio negócio. Também recebemos noções de como ser um empreendedor no campo, destacou. Na prática, ainda não contabilizamos os lucros, mas tudo que produzimos é vendido. Já cheguei a ter mil frangos no meu espaço, informou Elza, após palestra que reuniu em torno de 1,7 mil traba-lhadores rurais de 41 municípios de Goiás. Eles participaram da Feira do Empreendedor 2009, que termina hoje, no Centro de Cultura e Convenções de Goiânia. Para iniciar a criação, Elza investiu, do próprio bolso, R$ 9,7 mil dinheiro que recebeu quando se aposentou. Com essa nova chance de crescimento, não pensamos em deixar o trabalho rural, salientou. Graças aos bons resultados, Elza está comemorando a abertura da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (A-murv), criada oficialmente nesta sexta-feira, 11. Teremos 33 mulheres associadas, mas somente 13 vão criar e vender frango caipira.

As demais serão divididas no cultivo de pimenta, produção de farinha de mandioca, polvilho e artesanato, contou. Segundo o gerente de Agronegócios do Sebrae-GO, Wanderson Portugal Lemos, o projeto com os assentados, hoje espalhado por quase todos os municípios do Estado (exceto no nordeste goiano), tem como objetivo promover o desenvolvimento econômico e social das famílias assentadas pelo Incra.
 http://www.ohoje.com.br/economia/08-10-2009-assentados-dao-licao-de-empreendedorismo/

Incra/GO cede área para construção de agroindústria no assentamento Rio Vermelho

A Associação de Mulheres do Assentamento Rio Vermelho (Amurv) comemora mais uma vitória: a cessão, por parte do Incra/GO, de um espaço dentro da área coletiva do assentamento para a construção de uma agroindústria de processamento de vegetais, doces e conservas. O contrato de cessão foi assinado na quarta-feira (18) pelo superintendente Jorge Tadeu Jatobá Correia e a presidente da Amurv, Elza Gonçalves de Oliveira Santos, no gabinete do Incra, em Goiânia.

Dona Elza – atual presidente da Amurv e moradora da parcela 16 do assentamento Rio Vermelho, localizado em Niquelândia, na região Norte do Estado –, explica que a associação foi contemplada com R$ 455 mil para implantação da agroindústria no assentamento. A trabalhadora rural informou que este recurso veio do Programa Redes para o Desenvolvimento Sustentável (ReDes), uma parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da empresa Votorantim Metais, que tem uma unidade no município.

O superintendente Jorge Tadeu parabenizou as integrantes da Amurv pela iniciativa. O superintendente avalia que experiências de produção coletiva tem mais chances de ser bem sucedidas porque contam com mais fôlego para resistir aos desafios do mercado, como transporte e comercialização.

Diana Maria Rodrigues Gebrim, integrante da Amurv e ex-presidente da Associação, conta que já aplicaram R$ 140 mil do recurso total na compra de sementes e de material para irrigação para três hortas, que juntas somam cerca de oito hectares. Com o restante do dinheiro, as mulheres vão construir o prédio que abrigará a fábrica e um poço artesiano para fornecer água para a produção.

Novas perspectivas

Segundo Diana, atualmente, a renda das associadas é de cerca de R$ 250,00 mensais. A expectativa é que este valor fique entre R$ 800,00 a R$ 1.000,00 ao mês, assim que a agroindústria estiver em pleno funcionamento. "Até metade do ano que vem a fábrica deve estar funcionando totalmente", considera.

É Diana quem lembra que em 2009 as mulheres do Rio Vermelho resolveram se unir para ter mais autonomia financeira com relação aos maridos. As camponesas começaram a vender doces, ovos e galinhas na cidade. Com apoio da equipe de assistência técnica do assentamento, na época prestada pelo Sebrae, por meio de um convênio com o Incra, elas foram contempladas com fogões, micro-ondas, geladeiras e freezers numa premiação da Cônsul Eletrodomésticos. Com estes equipamentos, as trabalhadoras rurais construíram com recursos próprios a sede coletiva para fabricação dos doces.

Para Diana, o prêmio Consulado das Mulheres foi o primeiro incentivo. "Ficamos confiantes. Agora, caminhamos com as próprias pernas para sair deste estado de alienação", avalia a trabalhadora rural. Ela afirma que o grupo que era formado, inicialmente, por mulheres hoje está agregando toda a família. Diana diz que é necessário ajuda de maridos e filhos para o trabalho nas hortas.

19/03/2013

Assinatura contrato BNDES - INSTITUTO VOTORANTIM E AMURV


E com alegria que informo que foi assinado o contrato para construção da Agroindústria comunitária no Pa Rio Vermelho em Niquelândia -Go na Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV)  e Instituto Votorantim e BNDES. A realização deste resultado e graças ao trabalho do s consultores do Instituto Votorantim  projeto SEBRAE-GO E INCRA-GO e o grupo de produtoras rurais e parceiros locais do Município.

Em Niquelândia, 80% dos produtos vegetais da alimentação básica que circulam no mercado local provêm de centrais de abastecimento de Goiânia e de Anápolis. A produção do município e de seu entorno praticamente não é comercializada internamente por não atender aos requisitos de qualidade e regularidade. O projeto Agroindústria Comunitária, pretende mudar este cenário por meio do estímulo ao associativismo e empreendedorismo das participantes da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV). A proposta se centra na estruturação de uma agroindústria coletiva, para fornecimento de vegetais (cenoura, repolho, milho, jiló, tomate) e produtos beneficiados (polpa de frutas, geleias, conservas) ao mercado local e regional.
O valor do PROJETO é de R$ 446.125,08 ( Quatrocentos e quarenta e seis mil, cento e vinte e cinco reais e oito centavos).

1ª Parcela – o valor total de R$ 160.530,76 (Cento e sessenta mil, quinhentos e trinta reais e setenta e seis centavos), em março/2013R$ 140.530,76 (Cento e quarenta mil, quinhentos e trinta reais e setenta e seis centavos). O segundo aporte da primeira parcela será efetivo em abril/2013, no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).
2ª Parcela – a ser efetivada em junho/2013R$ 33.178,53 (trinta e três mil, cento e setenta e oito reais e cinqüenta e três centavos.
 3ª Parcela – a ser efetivada em setembro/2013R$ 6.089,21 (seis mil, oitenta e nove reais e vinte e um centavos.
 4ª Parcela – a ser efetivada em dezembro/2013R$ 55.075,11 (cinqüenta e cinco mil, setenta e cinco reais e onze centavos.
5ª Parcela – a ser efetivada em março/2014R$ 148.979,81 (cento e quarenta e oito mil, novecentos e setenta e nove reais e oitenta e um centavos.
6ª Parcela – a ser efetivada em junho/2014R$ 34.719,28 (trinta e quatro mil, setecentos e dezenove reais e vinte e oito centavos.)
7ª Parcela – a ser efetivada em setembro/2014R$ 4.457,31 ( quatro mil, quatrocentos e cinqüenta e sete reais e trinta e um centavos.

Agradecimento especial consultor do ao sr. Marcelo Oleskovicz.
ADR Lívia Tonello dos S. Pelá.

Assinatura contrato BNDES - INSTITUTO VOTORANTIM E AMURV


E com alegria que informo que foi assinado o contrato para construção da Agroindústria comunitária no Pa Rio Vermelho em Niquelândia -Go na Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV)  e Instituto Votorantim e BNDES. A realização deste resultado e graças ao trabalho do s consultores do Instituto Votorantim  projeto SEBRAE-GO E INCRA-GO e o grupo de produtoras rurais e parceiros locais do Município.

Em Niquelândia, 80% dos produtos vegetais da alimentação básica que circulam no mercado local provêm de centrais de abastecimento de Goiânia e de Anápolis. A produção do município e de seu entorno praticamente não é comercializada internamente por não atender aos requisitos de qualidade e regularidade. O projeto Agroindústria Comunitária, pretende mudar este cenário por meio do estímulo ao associativismo e empreendedorismo das participantes da Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV). A proposta se centra na estruturação de uma agroindústria coletiva, para fornecimento de vegetais (cenoura, repolho, milho, jiló, tomate) e produtos beneficiados (polpa de frutas, geleias, conservas) ao mercado local e regional.
O valor do PROJETO é de R$ 446.125,08 ( Quatrocentos e quarenta e seis mil, cento e vinte e cinco reais e oito centavos).

1ª Parcela – o valor total de R$ 160.530,76 (Cento e sessenta mil, quinhentos e trinta reais e setenta e seis centavos), em março/2013R$ 140.530,76 (Cento e quarenta mil, quinhentos e trinta reais e setenta e seis centavos). O segundo aporte da primeira parcela será efetivo em abril/2013, no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).
2ª Parcela – a ser efetivada em junho/2013R$ 33.178,53 (trinta e três mil, cento e setenta e oito reais e cinqüenta e três centavos.
 3ª Parcela – a ser efetivada em setembro/2013R$ 6.089,21 (seis mil, oitenta e nove reais e vinte e um centavos.
 4ª Parcela – a ser efetivada em dezembro/2013R$ 55.075,11 (cinqüenta e cinco mil, setenta e cinco reais e onze centavos.
5ª Parcela – a ser efetivada em março/2014R$ 148.979,81 (cento e quarenta e oito mil, novecentos e setenta e nove reais e oitenta e um centavos.
6ª Parcela – a ser efetivada em junho/2014R$ 34.719,28 (trinta e quatro mil, setecentos e dezenove reais e vinte e oito centavos.)
7ª Parcela – a ser efetivada em setembro/2014R$ 4.457,31 ( quatro mil, quatrocentos e cinqüenta e sete reais e trinta e um centavos.

Agradecimento especial consultor do ao sr. Marcelo Oleskovicz.
ADR Lívia Tonello dos S. Pelá.

19/01/2013


Agroindústria projeta sonhos de sócias do campo

Entidade de mulheres de assentamento promove trabalho e renda para garantir a permanência da família na zona rural
Matéria:José Antônio Cardoso, de Niquelândia (GO)


Os caminhos que levam ao Projeto de Assentamento Rio Vermelho, no município de Niquelândia (GO) – a 280 km de Goiânia -, levantam poeira que esconde o horizonte no tempo seco. A temperatura quase sempre escaldante combina com a vegetação de Cerrado ‘bruto’. A cidade mais próxima, Niquelândia, fica a 45 km. Na principal estrada de acesso, a GO-080, pontes anunciam água abundante, afluentes do Rio Maranhão, que corta o território.

Porteiras e mata-burros sinalizam que muitas famílias estão na labuta, produzindo sonhos, sem precisar sair do campo para viver. Somente no Assentamento Rio Vermelho, 59 famílias permanecem em pequenas áreas rurais, fazendo o sustento da produção. Os 53 hectares do Sítio Castelo de Sonhos provam isso. A terra em que vive o casal Adail Gonçalves Reis, de 55 anos, e Florisbela Rodrigues de Brito, 54, abriga diversidade agrícola que gera renda para a família.

O sítio tem gado leiteiro, granja suína, frangos, horta, frutos (bananal possui 140 pés) e muitas ‘obras da natureza’: baru, mangaba, pequi, cajuzinho, buriti... Fonte de progresso para as vidas de Adail e sua Flor (assim é conhecida Florisbela), a parcela rural cedida pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) serve de fomento para a história empreendedora, construída por mulheres ao Norte de Goiás.

Flor integra a Associação das Mulheres do Rio Vermelho (Amurv), criada há três anos, que, atualmente, envolve 32 associadas. Especialista na fabricação de doces caseiros, ela vendia a produção rural na Feira do Produtor de Niquelândia, mas parou, por problema na coluna. Encontrou na Amurv apoio para continuar acreditando que pode mais na roça. “Agora, a entidade vai nos ajudar a comercializar o que produzimos”, explica.

E Flor, que é sócia da Amurv faz um mês, parece ter trazido sorte, pois a Associação acaba de ser escolhida pelo Programa ReDes para receber R$ 584 mil na implantação de uma agroindústria, que vai funcionar em prédio próprio da entidade, próximo às parcelas rurais.

O recurso vem da parceria Instituto Votorantim e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que criou o programa para projetos de geração de trabalho e renda para o fomento de cadeias produtivas e qualificação profissional no Brasil. A verba será liberada durante cinco anos, quando a Amurv vai investir na produção, capacitação e abertura de mercado.

Produção reforçada
O empreendimento deve dar condições para a Amurv triplicar a produção de doces, por exemplo. A presidente da Associação, Diana Maria Rodrigues Gebrin, 40, destaca que as trabalhadoras já fabricam doces de leite e banana, vendidos para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), consumidos em escolas, creches, abrigos e presídio. “Produzimos aproximadamente 1,5 mil quilos de doces por mês”, conta.

Como a unidade processadora vai trabalhar somente com alimentos de origem vegetal, Diana projeta aproveitar hortaliças, frutos e matéria-prima do Cerrado. A agroindústria será montada em galpão construído com o esforço das associadas e doadores de Niquelândia, quando R$ 22 mil foram investidos. O prédio fica no terreno da antiga sede da Fazenda Rio Vermelho, que deu origem ao assentamento. O espaço de 200 metros quadrados vai disponibilizar equipamentos para processar os alimentos, facilitando o trabalho das mulheres, que ainda é todo manual.

Para Diana, o projeto vai ajudar a Amurv a conquistar mercado 90% maior, um desafio que a presidente considera ter tudo a ver com o trabalho desenvolvido pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Goiás).

Segundo o gestor de projetos da Regional Noroeste do Sebrae Goiás, Renato Gonzaga Jayme, a aposta é tão grande no sucesso da Amurv que Lívia Pelá Corrêa, Agente de Desenvolvimento Rural (ADR) da entidade, foi quem fez a inscrição da Associação no Programa ReDes e acompanhou o processo classificatório, que envolveu 118 projetos em todo o país. “O Sebrae Goiás vai acompanhar também a execução do projeto, ajudando nas ações que podem garantir os resultados propostos”, explica Renato.

Lívia, que é zootecnista, presta assessoria técnica às associadas por meio de parceria entre o Incra e Sebrae Goiás. “O Sebrae promove capacitação, conhecimento e acesso ao mercado para a Amurv, inclusive financeiro, acerca de financiamentos, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Crédito Apoio Mulher”, conta Lívia.
Maria do Carmo retira bananas do sítio para fabricar doces da AmurvFoto:Edmar Wellington  
Aproveitar diversidade
Responsável pela coordenação de ações do convênio Incra/Sebrae na região Norte, o consultor do Sebrae Goiás, Carlos Maia, explica que o aproveitamento de tudo o que a terra dá é um dos pilares para o projeto da agroindústria. “O extrativismo de frutos é uma das fontes de renda para as associadas”, observa. O comércio do baru pode ser rentável, pois 100 gramas da castanha chegam a ser vendidas no varejo por até R$ 15.
O consultor avalia que a agroindústria vai incentivar a produção rural também nos assentamentos vizinhos - Salto para o Futuro, José Marti, Aranha e Julião Ribeiro, inclusive fortalecer o associativismo. “Cerca de 110 famílias agricultoras terão referencial para que seus produtos tenham o processamento adequado, embalagem certificada e ganhem o mercado”, explica Maia.

Produtora do Sítio Boa Esperança, no Assentamento Rio Vermelho, Creonice Pereira da Silva, de 56 anos, ainda não integra a Amurv, mas está pronta para fornecer produtos para a agroindústria, especialmente verduras e folhagens. Ela cuida da Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais), em unidade recebida por meio do convênio Incra/Sebrae há dois anos. “O que produzimos na horta serve à Associação, compondo nossas vendas na feira livre em Niquelândia”, estima.

Outra assentada do Incra, Maria do Carmo de Sena Lopes, 34, também tem produção diversificada nos sete hectares do Sítio Dois Irmãos. Destaques para o cultivo de 300 pés de pimenta malagueta e plantações de banana, acerola e mandioca. Associada da Amurv faz um ano, ela disse que “a comunidade (Associação) só me traz benefícios” e carrega na bolsa a carteirinha funcional da própria instituição. “O que garante descontos no comércio de Niquelândia”, lembra.

Segundo a presidente Diana, a Amurv deve promover cidadania e qualidade de vida às famílias, além da inserção ao trabalho e renda. Um projeto ambiental será implantado, prevendo a recuperação de áreas degradadas no Assentamento Rio Vermelho. “Teremos um viveiro de mudas em parceria com a Escola Municipal Santa Cecília, que fica próxima à antiga sede”, conta.

Colecionando prêmios
A escolha da Amurv para receber benefícios de programas que incentivam a geração de trabalho e renda no campo parece ser natural na comunidade. A entidade obteve reconhecimento do Instituto Consulado da Mulher - ação social da marca brasileira Consul -, por meio do Programa Usinas do Trabalho. As trabalhadoras ganharam eletrodomésticos para montar cozinha própria para a fabricação de doces e quitandas na sede da Amurv.

O prêmio estimado em R$ 12 mil levou para a Associação dois freezers, duas geladeiras, dois aparelhos micro-ondas e dois fogões. O apoio do Consulado da Mulher mudou o sistema produtivo na Amurv, antes sem padronização, pois não havia cozinha coletiva. Os eletrodomésticos ainda promoveram melhores condições de armazenamento e produção, o que ajudou a sociedade de Niquelândia, principalmente, enxergar o trabalho das associadas como realmente profissional.
FONTE: http://www.go.agenciasebrae.com.br/noticias/agronegocio/?indice=10
Acessado em 19-01-13.

23/08/2012

ASSOCIAÇÃO DAS MULHERES DE NIQUELÂNDIA ATENDIDAS PELO CONVÊNIO SEBRAE-INCRA IRÁ RECEBER MAIS DE MEIO MILHÃO DE REAIS PARA CONSTRUÇÃO DE AGROINDÚSTRIA



Associação das Mulheres do Rio Vermelho (AMURV) em Niquelândia-Go irá receber mais de meio milhão de reais do Programa ReDes formado pela parceria do Instituto Votorantim e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, todo esse resultado foi possível graças ao empenho da equipe de consultores da regional Goianésia - Go, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE GOIÁS) em parceria com Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) através do convênio SEBRAE-INCRA.  
A agente de desenvolvimento rural (ADR) Lívia Pelá Corrêa, fez a inscrição da AMURV no programa ReDes e acompanhou todas as fazes classificatórias; hoje estamos na   faze do projeto,  haverá a implementação do projeto com foco em geração de trabalho e renda, conforme proposta selecionada. Paralelamente ocorrera o monitoramento da execução que ao longo de todo o processo, os projetos em execução serão acompanhados e avaliados pela empresa do Grupo Votorantim presente na região, com o objetivo de garantir os resultados propostos.
A agroindústria tem por objetivo geração de trabalho e renda, por meio do fomento de cadeias produtivas e qualificação profissional, a construção da unidade de beneficiamento de vegetais minimamente processados;  ira promover o acesso as 40 mulheres associadas a implementação de mecanismos de formalização, qualificação de seus processos de gestão e comercialização e participação na gestão social. A agroindústria, proporcionar renda para 110 famílias do Assentamento Rio Vermelho e vizinhos (Salto para o Futuro, Jose Marti, Aranha e Julião Ribeiro), pois a matéria prima alem de ser fornecida pela comunidade é comprada de comunidades vizinhas no município de Niquelândia – Goiás.

Agradecimentos
A Diana Maria Rodrigues (Presidente da AMURV), a todas as mulheres da região do Rio Vermelho em Niquelândia-Go.
Aos profissionais do projeto SEBRAE-INCRA (Ismael Almeida e Carlos Maia; Renato Jaime, Sandra de Paula Rodrigues, Henriqueta Rolim, Roosevelt Ribeiro).
Ao grupo do ReDes através do James Allen e Fausto Amadigi.

Informaçoes:
http://www.programaredes.org.br/